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Porque é que muitos desejos de Ano Novo não se realizam? E como podemos mudar isso?

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É muito simples. Porque cerca de 95% do que fazemos é controlado pelo nosso inconsciente. E como fazemos esses desejos apenas ao nível do consciente, durante uns minutos, na passagem de ano, no dia a seguir voltamos ao nosso comportamento robótico de sempre.  No nosso inconsciente residem todos os programas comportamentais que nos foram instalados desde criança, mais os programas que instalámos a nós próprios em adultos e ainda todas as memórias genéticas dos nossos antepassados e outras ligações com dimensões extrafísicas, de um outro espaço-tempo, ainda pouco conhecidas e estudadas pela ciência ortodoxa. E isso é 95% do que fazemos todos os dias. Agora extrapolemos esta programação, que é hoje uma certeza científica, para uma dada comunidade, constituída por indivíduos quase robóticos e percebemos o poder das crenças instaladas no inconsciente coletivo a grande demora e dificuldade em mudar algumas coisa a nível social, mesmo que estejamos todos de acordo que é necessário fazer isso.

A hipocrisia é involuntária. Perdão e aceitação são a solução.

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A hipocrisia não é uma ação voluntária mas sim uma consequência cármica inconsciente para limparmos a nossa consciência. Sabemos que é o nosso inconsciente que comanda a nossa vida em mais de 90%. O nosso cérebro  funciona quase sempre em modo robótico. Diz a ciência, que é para poupar energia. Por isso, muito do que nós fazemos não é voluntário mas sim uma resposta a programação previamente instalada. Pela genética, pela sociedade, pela família, pela escola, pela media, pelo marketing e até mesmo por razões transpessoais ainda não conhecidas da ciência. Por isso, como diz Nietzsche, "não há nada mais hipócrita que a eliminação da hipocrisia". Há apenas que aceitá-la e reverenciá-la pois é um mecanismo natural de reposição da justiça sobre injustiças algures cometidas. Avatar 2 O filme Avatar 2 é um exemplo de como o povo americano, proveniente de todas as partes do mundo, originalmente de Inglaterra, que dizimou a população indígena local (os índios) e que durante décadas cr

Estou cada vez melhor

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  Queridos amigos quando me perguntam se está tudo bem eu respondo normalmente:  - Estou cada vez melhor! o que provoca naturalmente um choque inicial e depois um largo sorriso em quem pergunta. E eu, do alto dos meus 63 anos, com uma vida normal igual a tantos outras, reforço:  - Estou cada vez mais jovem, mais saudável, mais abundante e mais alegre.  O que aumenta ainda mais o ar sorridente do meu interlocutor que não resiste a perguntar: - Como fazes isso? - Olha já tentei várias vezes na vida ser sisudo, velho, doente e escasso e não funcionou bem.  Largo então um grande sorriso e explico melhor: - No marketing e na hipnose clínica aprendemos que uma coisa repetida muitas vezes, em certas condições ambientais, torna-se verdade. Mesmo que seja mentira. Por isso vou repetindo para mim mesmo estas frases e estou a dar-me bem. Recomendo que faças o mesmo. Claro que todos tivemos e temos os nossos desafios, claro que os acidentes e as coincidências acontecem, mas se o nosso foco estiver

Viciados

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Desde o pão ao açúcar, passando pelo trabalho, compras, internet, notícias, futebol e apegos emocionais até aos mais comuns vícios do café, álcool, tabaco e medicamentos, todos somos dependentes de algo ou alguma coisa na nossa vida que nos limita e controla grande parte de que fazemos. É muito confortável apontar os traficantes e os toxicodependentes de drogas pesadas como a cocaína ou a heroína como os grandes culpados da nossa sociedade em matéria de alienação por meios químicos mas, todos nós, afinal, temos graves dependências. Experimentem tirar a algumas pessoas a internet, as compras, o álcool, o futebol ou afastar alguém do seu relacionamento amoroso, durante algum tempo e verão o mesmo comportamento de ressaca e fúria assassina de um drogado pesado. Pão Descobri recentemente que a farinha de trigo é um opiácio, uma substância alcalóide que provoca habituação e dependência. Os peptídeos opióides, formados durante a digestão do trigo, estimulam recetores opiáceos no cérebro (os

As células também não são computadores

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  Muitas das crenças sociais influenciam de forma profunda os comportamentos humanos. O nosso comportamento individual. E fazem-nos viver mais em paz ou em stress. Mais felizes ou mais ansiosos. Também numa comunidade de células, a viver em equilíbrio junto com vírus e bactérias num meio líquido aquoso, instalam-se crenças que vão passando de geração em geração. Por isso algumas doenças permanecem por muito tempo apesar do rápido poder regenerativo dos tecidos e órgãos. A repetição mental, com emoção , de que tudo está bem e cada vez melhor, tanto na nossa vida pessoal em sociedade como para as nossas células pode ajudar-nos a viver mais felizes e saudáveis. É um processo lento. São vários dias, semanas ou até meses. Mas vale a pena experimentar. Esta sugestão resulta de uma nova área de pesquisa científica denominada epigenética sobre a qual todos devíamos aprofundar o nosso conhecimento.

A ilusão da realidade - Facilidade cognitiva

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Aqui está uma explicação simples porque é que uma coisa repetida muitas vezes parece que é verdade. O poder do marketing nas nossas vidas: (ativar as legendas em Português)

Memória social

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Uma experiência social mostrou que, mesmo que tentemos ter o controle sobre nosso cérebro, às vezes ele entra na onda social fazendo coisas sem sentido, só porque outros também o fazem. Veja como esta mulher reagiu a um bip, vendo outras pessoas levantarem-se ao ouvirem um dado som. E como esse comportamento contagiou outras pessoas a seguir.